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Remédio para Dor de Garganta

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Mais sobre os remédios para Dor de Garganta

No mercado farmacêutico existe uma infinidade de remédios próprios para dor de garganta ou como também são conhecidas: amigdalite ou faringite.

As causas de uma dor de garganta podem ser as mais diversas. Desde a indicação de uma simples gripe, resfriado, alergia ou até mesmo de algo mais grave como tumores que acometem a região da boca e da garganta. O fato é que, a opinião de um médico sempre se fará necessária quando sintomas mais graves nos acometer.

As causas mais comuns para ocorrer uma dor de garganta são:

  • Alérgica - em alguns casos, crises de alergia podem acarretar em sintomas parecidos com os de uma gripe ou resfriado, como garganta inflamada, espirros, tosse, mal estar entre outros. Esse tipo de causa não gera febre.
  • Viral -  São a causa mais comum de dores de garganta. Cerca de 70% dos casos são causados por vírus. O tratamento é bem mais simples, normalmente a inflamação se cura com rpouso e outros hábitos mais simples.
  • Bacteriana - São também chamadas de faringites bacterianas. São causadas pela infecção que surgiu a partir de uma bactéria. São menos comuns que as de origem viral e também mais sérias. 
  • Traumática - Pode acontecer após algum procedimento cirúrgico na região da garganta, como a retirada das amídalas e adenóide.

Como na região da garganta, nós temos a laringe, a faringe e as amídalas, é preciso se atentar que uma dor de garganta pode ser em cada um desses lugares de forma isolada ou mesmo atacar toda a região de uma vez devido a sua proximidade.

A tendência é ficar com a parte interior bem avermelhada e com as amígdalas inchadas.

A seguir, leia sobre as duas principais causas de dor de garganta.

Faringite

A faringe se divide em três partes, e cada uma dessas partes pode ser infectada de forma isolada.

  • Nasofaringe;
  • Orofaringe;
  • Hipofaringe.

As dores causadas pela faringite podem atingir a região nasal, oral e também a região do pescoço.

Ao surgirem os primeiros sintomas, temos logo o entupimento do nariz, com isso o paciente passa a respirar mais pela boca, o que pode causar, principalmente no caso da faringite, mais dores de garganta.

Isso acontece porque perde-se a função da mucosa do nariz, que seria o de aquecer o ar que entra. Com isso, ao passar o ar pela boca ele entra frio o que acaba causando mais dores.

Além disso, sendo o nariz um filtro que evita a entrada de impurezas na garganta, quando o ar entra diretamente pela boca, as impurezas também entram, outro motivo para causar mais dor e até mesmo piorar o quadro de inflamação.

Outra função do nariz seria o de umidificador, ele faz com que o ar inalado não fique tão seco, Sem essa função, é comum que o paciente sofra ainda mais em períodos mais secos e frios.

A dor de garganta referente a faringite também pode ser causada por problemas de refluxo. Nesta condição, os ácidos do estômago podem chegar até próximo a garganta provocando incômodos como pigarro e dores.

Falar em excesso também pode provocar dores relacionadas a essa parte da garganta. Ou falar em um tom acima do normal. A região em volta do pescoço nada mais é do que uma formação de músculos, e assim como acontece com qualquer área muscular, que é usada demais, essa área também pode ser lesionada, se usada em excesso ou de forma errada.

Os principais sintomas da faringite podem ser:

  • Dor para se alimentar;
  • Pigarro;
  • Ardor;
  • Dores de cabeça;
  • Expectoração;
  • Febre;
  • Entre outros.

Amidalite

Existem no nosso corpo, quatro tipos diferentes de amígdalas: tubárias, linguais, as adenóides e as palatinas.

Quando falamos de retirada de amígdalas, fala-se da palatina. Elas possuem uma função muito importante para o corpo pois agem como “gravadoras", guardando informações sobre os vírus e as bactérias que passam por ela e auxiliam o corpo a criar defesas combativas contra elas.

No entanto, essa função tem um prazo de validade, funciona apenas durante os primeiros oito anos de vida de uma pessoa e depois elas simplesmente “quebram”. Ou seja, ficam atrofiadas e não possuem mais nenhuma utilidade. Mesmo sem essa utilidade após a vida adulta, elas só serão retiradas em casos de necessidade, como inflamações recorrentes.

Uma grande parte das amigdalites são de resultado viral, o que significa que o corpo irá combater a infecção sozinho e não haverá a necessidade de utilizar antibióticos, diferente de quando a infecção for bacteriana.

Infecções bacterianas também podem atingir as amígdalas, no entanto são mais raras.

Ambas infecções (viral e bacteriana) podem deixar a área infectada avermelhada, inchada e, em raros casos virais, podem surgir placas de pus na garganta, embora este último sintoma seja muito mais comum em infecções bacterianas.

A única forma de identificar qual o quadro, no caso dos sintomas deixarem dúvidas, sempre será pelo diagnóstico médico. Embora alguns medicamentos possam ser tomados sem receita, automedicação não é uma boa opção, principalmente porque casos bacterianos necessitam do uso de medicação controlada (no caso aqui, os antibióticos).

Normalmente a opção de retirada das amígdalas pode ser cogitada quando o paciente possui um quadro frequente de infecções. Caso os sintomas sejam muito frequentes e incômodos, as amígdalas poderão ser retiradas.

Já quando ocorre do paciente não aceitar a retirada das amídalas, existem medicamentos que podem sanar os problemas e manter uma qualidade de vida normal.

Os sintomas mais comuns da amigdalite são:

  • Febre alta, normalmente entre 38º e 39º;
  • Mau cheiro na boca;
  • Inchaço na região do pescoço;
  • Cansaço;
  • Inchaço dentro da garganta, nas amígdalas;
  • Dor;
  • Dificuldade para se alimentar;
  • Perda da voz.

O diagnóstico efetivo e completo deve ser feito no consultório médico. A partir desse diagnóstico é que será decidido a melhor ação a ser tomada de acordo com o problema diagnosticado.

Medicações utilizadas

As medicações podem variar de acordo com o tipo de infecção. Como já foi falado anteriormente, as infecções adquiridas a partir de vírus, são as mais comuns e o organismo cria as defesas capazes de eliminá-las naturalmente. No entanto, algumas medicações podem ser utilizadas apenas como auxílio no enfrentamento dos sintomas mais incômodos, como a dor e a congestão nasal.

Os remédios mais usados em casos de infecções virais são antitérmicos, anti-inflamatórios e vitaminas c. No caso da congestão, como pode acontecer com a faringite, remédios para expectoração também podem ser bastante úteis.

Já em casos de infecção bacteriana, o corpo precisa de um auxílio maior nos cuidados. Infecções bacterianas podem nos acometer através de várias bactérias, as mais comuns em casos de  infecções da garganta são as da família Streptococcus pyogenes,

Quando essa for a causa, é preciso fazer uso de antibióticos. Quando não tratadas devidamente podem ocasionar em outros problemas mais graves como: abscesso nas amígdalas, febre reumática e até mesmo inflamação dos rins.

Os anti-inflamatórios levam em torno de 15 a 30 minutos para começar a fazer efeito, enquanto que analgésicos e antitérmicos podem demorar de 30 a 60 minutos para aliviar os sintomas. Já os antibióticos começam a executar sua função de diminuir a ação bacteriana após em torno de 30 minutos da ingestão.

Contra indicações

Os antibióticos podem causar reações adversas e que podem depender de cada organismo. Os efeitos mais comuns são:

  • Problemas gástricos;
  • Diarreia;
  • Algumas mulheres podem ter infecções vaginais.

Já os anti-inflamatórios, sem a recomendação de um médico, devem ser evitados por idosos, grávidas, pessoas que consomem álcool em excesso, pessoas que tenham cirrose, pessoas hipertensas e por quem tenha insuficiência cardíaca.

Seus efeitos adversos mais comuns dos anti-inflamatórios e analgésicos podem ser:

  • Gastrites;
  • Úlceras;
  • Insuficiência renal;
  • Hepatite medicamentos;
  • Entre outros.

Remédios como os anti-inflamatórios e os analgésicos serão sempre de uso paliativo, onde eles funcionam para aliviar os sintomas. Já os antibióticos têm a função de atacar a bactéria que causa a doença, sendo de função ativa.

Métodos preventivos

Como sempre falamos, o melhor tratamento sempre será os cuidados pessoais através da prevenção, é por isso que mais uma vez encerramos nosso artigo com dicas simples mas que podem fazer toda a diferença na prevenção contra as dores de garganta e as doenças que as causam.

Abandone o vício do cigarro - uma das maiores causas de problemas relacionados à garganta tem relação com o cigarro;

Beba muita água - Já falamos disso, certo? A água é fundamental tanto para se manter saudável quanto para evitar maiores problemas se for acometido pela doença;

Evite ambientes fechados - São lugares propícios para contaminação, seja ela por vírus ou bactéria;

Aumente a sua imunidade - Existem diversos hábitos que podemos adquirir para garantir que a nossa imunidade melhore. Quando ela está baixa, estamos muito suscetíveis a contrair diversas doenças. Podemos mudar hábitos alimentares, ingerindo alimentos saudáveis e que contribuam com o aumento das nossas defesas com certeza é uma excelente arma contra qualquer tipo de enfermidade.

Vitaminas também são uma boa opção caso seu médico identifique alguma carência em seu organismo.

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