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Descongestionantes Nasais

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Saiba mais sobre desongestionantes nasais

Quando se sofre de algum tipo de enfermidade alérgica ou respiratória, uma das armas de defesa do corpo consiste na dilatação dos vasos sanguíneos existentes dentro do nariz, dificultando assim a entrada de bactérias mais perigosas pela mucosa. No entanto, como consequência deste fato ocorre a obstrução nasal.

Os descongestionantes são medicamentos muito úteis nestas situações, já que alguns são diretamente aplicados na área atingida e o alívio pode ser imediato.

Este tipo de obstrução é muito comum em pessoas que possuem certas classes de alergias, como rinite, sinusite, ou mesmo as que se encontram em quadros gripais. Eles agem diminuindo a dilatação dos vasos sanguíneos facilitando assim a respiração mesmo em meio a uma crise alérgica ou durante uma forte gripe. 

Esses produtos possuem uma vasta variação no mercado, inclusive para diferentes idades de seu público alvo. Dividem-se em orais (pseudo efedrina e fenilefrina) e tópicos intranasais (fenilefrina, nafazolina e oximetazolina), os primeiros possuem ação direta, desinchando os vasos sanguíneos e os que seguem possuem ação indireta, sendo a base de cloreto de sódio a 3%. 

A medicação de ação direta, pode ser encontrada na versão de uso oral (normalmente chamados de antigripais, por exemplo), e também em forma de xarope, que tanto quanto os de uso nasal prometem um rápido efeito como desobstruinte. Entre os que são a base de cloreto de sódio, os mais comuns são os que se espirram nas vias nasais.  

Mesmo que no mercado existam muitas marcas, esse é um remédio que possui uma formulação mais comum gerando assim uma lista de elementos químicos mais usuais entre as marcas. Alguns dos elementos mais encontrados nas formulações dos descongestionantes são os cloretos e cloridratos a base de sódio, benzalcônio, oximetazolina e fenoxazolina.  

O descongestionante nasal em formato spray é um remédio fundamentalmente importante para o tratamento de doenças crônicas, pois age diretamente onde se encontra o problema, nas mucosas nasais. Já que os demais medicamentos precisam ser ingeridos ou aplicados via injeções, podendo assim o alívio do desconforto recorrente dessas enfermidades demorar um pouco mais de tempo. 

É importante ainda destacar que existe uma forma correta para se usar um descongestionante nasal caso seja em formato de spray. É preciso sempre se atentar para onde se aponta o bico aplicador dentro das narinas. Este deve estar apontando para direção contrária ao meio do nariz, ou seja, dentro da mucosa aponte o bico em direção “aos olhos”. Dessa forma, a aplicação se torna mais efetiva e evita-se de causar sangramentos devido atrito com o septo nasal. Uma forma bem prática de não errar na hora da aplicação seria invertendo a mão, isto é, aplica-se o remédio com a mão esquerda na narina direita e vice e versa. 

Também é importante ressaltar que o bico aplicador não deve ficar muito próximo da entrada do nariz, já que dessa forma o líquido pode vazar para fora e não causar efeito algum. 

Sabemos então que descongestionantes nasais em formato spray, possuem efeito quase  imediato e são muito bem indicados para a maioria das causas de entupimento do nariz. Sua aplicação é simples de se realizar e sua composição é comum dentre a maioria das marcas existentes no mercado. 

Embora possam ser adquiridos nas farmácias sem uma receita, é importante lembrar que a indicação médica é essencial para uma escolha correta de acordo com o problema específico e suas possíveis contra indicações. 

Descongestionantes nasais por via oral: Agora falando sobre descongestionantes nasais aplicados oralmente ou também conhecidos como sistêmicos, podemos enumerar uma vasta lista de marcas e tipos, mas que no entanto variam muito pouco quanto a sua finalidade. 

São os popularmente conhecidos como antigripais que reduzem a congestão nasal pela ação alfa-adrenérgica (inicia a aceleração da respiração). Se encontram na formulação de anti-histamínicos e da pseudoefedrina que é uma das drogas mais frequentemente usadas nestes casos. 

Além desses mais conhecidos, podemos encontrar descongestionantes em forma de pomadas e também de pó inalável, sendo que este último, na verdade, possui uma função preventiva e não de auxílio à cura como os demais. 

Quanto ao tempo que leva para fazer efeito, é correto dizer que descongestionantes em forma de sprays levam menos tempo para aliviar os sintomas. Normalmente entre cinco a dez minutos após a aplicação, no entanto, eles também perdem o efeito mais rápido conforme uso frequente, o que ocasionará em uma necessidade de uso mais cotidianamente para manter a sensação de alívio no decorrer dos sintomas. 

Já os descongestionantes em sua forma oral, podem variar esse tempo de início para surtir efeito, dependendo da marca e da formulação podem ter uma variação entre 15 a 30 minutos, em média. 

Efeitos colaterais e contra indicações: Embora sejam eficazes para o que se propõe a fazer, as opiniões em relação aos seus benefícios podem variar e muito. Enquanto alguns optam pelo uso desses medicamentos em busca de alívio rápido, não se pode deixar de lado a importância de uma consulta médica para receber a prescrição do que for melhor para cada necessidade em específico.

Descongestionantes em sua versão de spray, em um primeiro momento podem ocasionar uma significativa e rápida melhora, no entanto com o tempo, a constrição dos vasos sanguíneos podem durar cada vez menos tempo, o que acaba por aumentar o uso da medicação. 

Isso pode levar ao que os médicos chamam de “efeito rebote” ou rinite medicamentosa, que ocorre quando há a diminuição do tempo de alívio dos sintomas e o aumento do uso do remédio ocorre sistematicamente. Podendo, inclusive, ocasionar um ciclo de dependência da medicação em questão. 

Junto desse efeito de necessidade constante de uso do remédio, o que pode ocorrer mesmo após o cessar do quadro gripal, já que a tendência é que o organismo persista em sua tarefa de dilatar os vasos sanguíneos para se defender enquanto o descongestionante irá causar o efeito constritor, ainda há o problema em relação ao efeito vasoconstritor (bloqueio dos vasos sanguíneos). 

Este, por sua vez, não age apenas na mucosa nasal, mas sim em todo restante do corpo, ocasionando assim possíveis bloqueios nos vasos do coração, o que poderá acarretar também um quadro de hipertensão.

Outros efeitos colaterais que também podem acometer o paciente variam entre: dores de cabeça, sangramento nasal, ressecamento da mucosa nasal e até mesmo a perfuração do septo, isso caso a aplicação do spray seja feita da maneira incorreta. 

Os descongestionantes aplicados via oral, podem ainda causar distúrbio do sistema nervoso, insônia, irritabilidade e aceleramento do coração. 

A intensidade desses efeitos pode variar de acordo com o quadro clínico de cada paciente, assim como sua idade e possíveis comorbidades ou reações alérgicas aos componentes da medicação. 

Pessoas que tenham problemas de hipertensão arterial, diabetes, hipotireoidismo e hiperplasia prostática (ocorre quando há o inchaço da próstata devido a idade avançada, o que ocasiona dificuldade para urinar) devem evitar o uso desses medicamentos sem que haja uma recomendação médica através de prescrição. 

Dentre os mais conhecidos e mais comuns, podemos encontrar as seguintes marcas: 

É importante ressaltar que, cada caso é um caso e necessita de avaliação para que se prescreva a medicação correta. Por tanto, é necessário a procura de auxílio médico para que seja indicado o melhor remédio para cada situação. 

Descongestionantes podem ser de muita valia como complemento de um tratamento, mas são apenas paliativos e precisam ser utilizados durante um período correto e de forma ininterrupta conforme os horários indicados.  

Dicas de como evitar a congestão nasal

Embora não sejam sintomas agradáveis dos quais podemos ter sempre o controle, ainda assim existem formas de se tentar pelo menos amenizar a situação. 

 

  1. Muitas alergias que acabam por obstruir as vias nasais, podem ocorrer de forma sazonal, ou seja, conforme variações climáticas, cheiros mais fortes, muita poeira, entre outros fatores. Observe em quais momentos você é mais acometido do sintoma, a partir dessa auto observação, pode ser mais fácil no futuro evitar situações que ocasionam episódios do tipo; 

  1. Lugares arejados naturalmente costumam ser mais saudáveis do que aqueles que precisam de ar condicionado ou ventiladores, por tanto quando puder, prefira-os;

  1. Manter o hábito de lavar as narinas com solução fisiológica, manterá a mucosa sempre hidratada e consequentemente difícil de se congestionar;

  1. Ingerir água abundantemente pode hidratar todo o seu corpo, mas nesse caso em específico, pode ajudar a diluir o muco se ele estiver muito espesso, diminuindo assim o trancamento nasal;

  1. Investir em umidificadores ou em técnicas que possam manter o ar a sua volta mais úmido, pode evitar que as narinas fiquem ressecadas;

  1. Fazer compressas com panos quentes sobre os olhos e nariz, podem ter o mesmo efeito que um tratamento de vapor para desobstrução; 

  1. Banhos mais quentes em lugares fechados também podem ajudar a manter o nariz hidratado e não obstruído;

  1.  O uso de alguns óleos aromáticos durante o banho também podem ajudar, como por exemplo, o óleo de eucalipto. 

Existem diversas maneiras de se tentar prevenir a desconfortável situação de nariz trancado, mas sempre lembre-se de consultar um médico para definir a melhor estratégia de tratamento.

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