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Asma, Bronquite, Rinite

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O que é Rinite?

Rinite nada mais é do que a inflamação das mucosas que revestem as cavidades do nosso crânio. Como ela está inflamada, ela acaba inchando, entupindo o nariz e assim, gerando coriza.

Os verdadeiros vilões neste caso são os famosos ácaros, que vivem em locais quentes da casa e que causam toda essa irritação. 

Manter o local hiperventilado, sempre que puder, colocar travesseiros no sol, mantas e cobertores também, são algumas dicas que ajudam a diminuir as possibilidades desta irritação

Quais são os tipos de rinite?

A classificação dos tipos de rinite atendem a alguns critérios, como a frequência das crises, a intensidade sentida pelo paciente, a resposta que se tem ao tratamento proposto, a presença de fatores complicantes e achados específicos em exames.

Existem, então, quatro grupos classificatórios:

  1. Rinite Infecciosa: provavelmente, este seja o tipo mais comum da rinite. Ele também é conhecido como um resfriado ou uma infecção do trato superior respiratório. Geralmente, são causadas por agentes autolimitados (que são aqueles que têm prazo de validade) e não tendem a ter mais complicações.
  2. Rinite Alérgica: Partículas que estão no ar, quando inaladas, podem causar reações alérgicas da nossa mucosa. Essa rinite nada mais é do que o corpo tentando se proteger daquele invasor. Geralmente, o público que têm a rinite alérgica já reconhece seus agentes estressores, que podem partir desde poeira até pólen de flores.
  3. Rinite não alérgica: É uma condição especial que causa espirros crônicos e até corrimento nasal. Em muito se assemelha a rinite que citamos acima, porém, a grande diferença está no sistema imunológico. Enquanto a rinite alérgica atua lá, diretamente, está não envolve o mesmo.
  4. Rinite mista: A rinite mista é caracterizada por mais de um agente estressor, ou seja, ela pode ser causada tanto com o vírus como por bactérias, concomitantemente.

Quais são os fatores de risco para a Rinite?

Alguns médicos apontam alguns fatores que devemos levar em consideração:

  • Tabagismo
  • Predisposição genética
  • Histórico familiar de rinite
  • Ar-condicionado sem manutenção e limpeza adequado
  • Frequentar ambientes que não sejam ventilados ou possuem mofo e poluentes
  • Variações intensas de temperatura e úmidade do ar
  • Presença de outras doenças como conjuntivite, dermatite e asma
  • Alterações na estrutura da face, como desvio de septo nasal
  • Quais são os sintomas da Rinite?

Alguns sintomas são muito reconhecidos. São eles:

  • Obstrução nasal
  • Espirros constantes
  • Coriza clara e em grande quantidade
  • Coceira nasal intensa

Em alguns casos, é possível ocorrer sangramento nasal, coceiras nos olhos, lacrimejamento involuntário, coceira na garganta (faringe) e coceira no céu da boca )palato).

O que é sinusite?

Ela é reconhecida devido a dor de cabeça que tá, na dor atrás dos olhos, o latejar. É persistente. Isso porque o seio facial (buracos ao redor do nariz, olhos e maças do rosto), quando inflamador, acabam se entupindo e assim, dão reações como coriza espessa, dor de cabeça e febre. Em alguns casos, até tosse é caracterizada.

A indicação é que você procure um médico (assim como para qualquer outro problema de saúde) para que ele passe a medicação adequada com anti-inflamatório e antibióticos normalmente. 

Quais são os tipos de sinusite?

Pela classe médica, a sinusite é dividida em dois grupos:

  1. Sinusite aguda: (CID 10-J01) é declarada quando o paciente apresenta os sintomas por um período inferior a 12 semanas.
  2. Sinusite crônica: (CID 10-J32) ocorre quando a inflamação dos seios da fase e o inchaço estão presentes em um período mais intenso do que 12 semanas.

Quais são os fatores de risco para a sinusite?

Existem alguns fatores que propiciam uma crise de sinusite. São eles:

  • Reações alérgicas: Quando o paciente acaba ficando exposto a substâncias alérgicas pelo ar, como os ácaros trazidos pela poeira, fumaça de cigarro, pelos de animais domésticos ou não e pequenas partículas de insetos. Outros fatores podem causar a mesma reação, como cheiros de produtos de limpeza, perfume e até mudanças repentinas de tempo.
  • Pólipo Nasal: Tecido anormal que cresce na área e pode dificultar a passagem adequada do ar.
  • Infeções bucais que possam obstruir os seios nasais.
  • Desvio de septo nasal: ocorre quando as paredes da nossa narina não está alinhada, o que pode ocasionar o bloqueio ou restrição da passagem de ar para o seio nasal
  • Alergias: outras doenças, como por exemplo, a asma ou a rinite, podem facilitar quadros de crise de sinusite alérgica.
  • Traumas no rosto: um osso facial quebrado pode dificultar e até obstruir as vias nasais.
  • Doenças que afetam a sua imunidade: refluxo gastroesofágico, complicações de fibrose cística, AIDS e demais doenças que afetem diretamente o sistema imunológico podem resultar em uma crise de sinusite.

Quais são os sintomas da Sinusite?

Alguns sintomas são mais comuns de serem sentidos, como:

  • Dores no maxilar superior
  • Dores de dente e/ou ao morder
  • Dor de ouvido frequente
  • Náuseas
  • Garganta inflamada
  • Irritabilidade
  • Fadiga
  • Febre
  • Tosse, que tende a piorar mais no período noturno
  • Halitose

Bronquite: o que é?

Os brônquios são aqueles tubos que conduzem o ar até a chegada nos alvéolos. Quando estão inflamados, acabam ficando contraídos e cheios de secreção.

O tratamento para controle das crises é feito com anti-inflamatórios e broncodilatadores, que irão abrir os brônquios para facilitar a entrada de ar e manter a sua oxigenação sanguínea acima de 90. Em alguns casos, xaropes expectorantes ajudam a aliviar, também.

Quais são os tipos de bronquite?

Assim como acontece com a sinusite, a bronquite tem duas classificações indicadas pelos médicos:

  1. Bronquite aguda: trata-se de um processo inflamatório agudo, ou seja, um processo inflamatório pontual dos brônquios, que está associado a um processo derivado de um vírus ou bactéria. A bronquite aguda também pode ser chamada por resfriado torácico e os sintomas começam a amenizar depois de uma semana até 10 dias.
  2. Bronquite Crônica: Trata-se de um processo inflamatório crônico dos brônquios. Em alguns caso, se dá devido ao uso de cigarro e em outros através de processos alérgicos (o que muitos chamam de bronquite asmática). Neste caso, a bronquite pode durar alguns meses e em casos mais críticos, anos.

Bronquite asmática: Por mais que a gente esteja acostumado a ouvir este termo, ele é equivocado. Nada mais é do que uma confusão sobre o que é bronquite e o que é asma. Essa confusão se dá porque os sintomas são muito parecidos.

Quais são os fatores de risco da bronquite?

Existem alguns fatores de risco, citados por médicos. Separamos alguns deles para vocês:

  • Idade: crianças pequenas, bebês e idosos têm maiores chances de desenvolver uma crise de bronquite.
  • Fumo: o tabagismo pode elevar as chances de uma pessoa desenvolver, ao longo da vida, as crises de bronquite, tanto a crônica quanto a aguda.
  • Refluxo gástrico: doenças que se refletem na azia e em refluxo gástrico acabam resultando na inflamação da mucosa e ampliando as chances do desenvolvimento de bronquite.
  • Imunidade baixa: este fator, costuma se derivar de outra doença aguda, como por exemplo, uma gripe. Há também a decorrência de doenças crônicas, como no caso da Aids.
  • Exposição a agentes estressantes: as chances de desenvolver a bronquite acabam sendo maiores se você trabalha com gases ou demais agentes que, consequentemente, causam irritações na mucosa e no pulmão.

Quais são os sintomas da bronquite?

Alguns sintomas são pertinentes a quem está numa crise de bronquite:

  • Tosse com presença de muco
  • Desconforto no peito
  • Febre
  • Calafrios
  • Ronco ou chiado ao respirar
  • Fadiga
  • Dificuldade em respirar
  • Cansaço
  • Lábios roxo, decorrente da baixa oxigenação (bronquite crônica)
  • Inchaço em pernas, tornozelos e pés (bronquite crônica)
  • Infecções respiratórias recorrentes (bronquite crônica)

Alguns medicamentos utilizados para o tratamento da bronquite são: Acebrofilina, Aerolin, Azitromicina, Fluimucil, Mucosolvan, Flanax, Bactrim, Aminofilina, entre outros.

O que é a Asma?

Também atinge os brônquios, que acabam se contraindo e assim, dificultam a passagem de ar. O tratamento no caso da asma é feito com o uso de broncodilatadores (que podem ser utilizados através das famosas bombinhas de ar) e anti-inflamatórios.

O gatilho para esta doença, assim como as demais, é um agente externo, como o tempo, a poeira, etc.

Quais os tipos de asma?

Para obter a classificação da sua asma, o seu médico deverá analisar todo o contexto, juntamente com o resultado de exames médicos. É importante determinar o quão grave é a sua asma para saber qual será o melhor tratamento a seguir.

Outra informação é que a gravidade da asma pode ser reduzida com o tempo, reajustando assim a medicação. O acompanhamento médico recorrente é de extrema importância.

A classificação da asma é realizada analisando tanto o controle que você tem dela, como pela gravidade que ela chega. Podemos citar que a asma está “controlada” quando os sintomas desta estão ausentes e assim, você consegue levar uma vida normal.

Já nos casos de asma “parcialmente” controlada, os sintomas se fazem presentes, mas não tem uma frequência estabelecida. E para finalizar, a asma “não controlada” é quando as crises e sintomas se fazem mais presentes na sua vida e no seu dia a dia.

Assim, há uma classificação:

  • Controlada: Não há limitações das suas atividades, não havendo sintomas nem diurnos e nem noturnos. Aqui, não se faz uso da medicação de alívio.
  • Parcialmente controlada: entre 1 a 3 vezes no último mês, houve alguma limitação a qualquer atividade da vida cotidiana, sentindo sintomas noturnos e diurnos, além do uso de medicação de controle (as famosas bombinhas)
  • Não controlada: acima de 3 vezes por mês, houve alguma limitação às atividades tanto diurnas quanto noturnas, além do uso contínuo de medicação de alívios (bombinhas).

Quais são os sintomas da asma?

A maioria das pessoas que sofrem com a asma, passam grande parte da vida sem sentir maiores sintomas. No entanto, algumas pessoas possuem uma deficiência respiratória mais aguda, quase que cronicamente, e entre estas, ocorrem alguns episódios mais graves.

Os principais sintomas relatados são:

  • Tosse (com e sem produção de escarro)
  • Chiado no peito ao respirar
  • Aperto no peito
  • Cansaço
  • Falta de ar
  • Deficiência respiratória que piora com a atividade física
  • Repuxar da pele entre as respirações (retração intercostais)

Alguns sinais devem ser observados, também. Estes devem ser socorridos na máxima urgência:

  • Chiado audível, semelhante ao miado do gato
  • Lábios e rosto na coloração azulada
  • Extrema dificuldade ao respirar
  • Pulsação mais rápida do que o normal
  • Nível de agilidade diminuído, como confusão mental, sonolência (durante ataque de asma)

Nunca se automedique, para quaisquer uma das doenças citadas é recomendado o acompanhamento de um médico especializado.

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